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domingo, 3 de junho de 2012

KEEP DRAWING - Cuidado: Frágil


Clique na Imagem para Ampliar.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

AGUARDEMOS - Novo seriado do Arqueiro Verde


Enquanto muitos órfãos do seriado Smallville administram o F5 em seus sites nerds favoritos em busca de qualquer informação do novo longa-metragem Superman - O Homem de Aço (o filme dirigido pelo Zack Snyder que estreia em 14 de junho de 2013) que possa amenizar sua angústia, o Canal The CW agiliza as coisas pra angariar um pouco da atenção dos outrora espectadores da série de Clark Kent e cia.


Então, conforme a imagem acima leva a imaginar (ou ao menos deveria), CLICAR NESSE LINK levará vossas senhorias a conferir o trailer do seriado ARROW, protagonizado pelo Arqueiro Verde/Oliver Queen, coadjuvante destacado do elenco de Smallville, e que dessa vez é interpretado por Stephen Amell.

Mas aproveitando o assunto DC Comics em live-action, e tendo visto que o trailer está bem direitinho, até (parece mesmo um Dark Knight Verde), volta a questão: ninguém pensou em fazer um longa-metragem do personagem pra tentar o que o Marvel Studios tem feito no cinema com os resultados estratosféricos de "Os Vingadores" (neste momento a quarta maior bilheteria de todos os tempos)?
E depois que a trilogia Batman de Christopher Nolan chegar ao fim? A insistência novamente em um filme do Superman pode até dar enfim resultados não vistos desde 1978,  quando Richard Donner e Chistopher Reeve ensinaram as plateias que um homem poderia voar, mas e então? Recém pensar nos demais integrantes da tão ansiada pelos DCnautas, "Liga da Justiça"?
Pelo jeito, a espera para que uma imagem semelhante a essa abaixo possa estar estampando um cartaz em uma sala de cinema perto da sua casa vai ser longa...



Fazer o quê?
Aguardemos.




quinta-feira, 17 de maio de 2012

OS VINGADORES (2012)




Nos quadrinhos é assim.
Aparecem os heróis, vilões, e logo tem alguma saga envolvendo a possível destruição do planeta a ser evitada pelos vigilantes super-poderosos.
No cinema as coisas não funcionam bem desse jeito.


Na sétima arte, apesar de vários bons resultados obtidos, fazer um grande filme de HQs não é essa matemática de blockbuster que sempre fatura porque é voltado ao público-alvo tal, ou porque é da franquia não sei o que.
Foi pouco mais de uma década de adaptação e aprendizado por meio de altos e baixos desde “Blade: O Caçador de Vampiros” (1998), “X-Men: O Filme” (2000), e “Homem-Aranha” (2002).
Tem gente que faturou muito, uns que decidiram ser sombrios, ou fiéis às cores das HQs, outros experimentais, e outros simplesmente quebraram a cara.
Enquanto isso, tinha quem estivesse observando, tirando lições disso tudo, pra que um dia planos maiores pudessem ser postos em prática.


Quando o primeiro filme do Homem de Ferro foi filmado, e o Marvel Studios via sua gênese, os nerds ainda viam com expectativa somada a desconfiança as tentativas e anúncios de planos futuros que se seguiam.
Porém, com o passar do tempo, as coisas começavam a se alinhar, a fazer sentido.
Não era apenas o lucro imediato o objetivo. O mundo da Casa das Ideias nas páginas parecia migrar competentemente para o cinema, e quando enfim a trinca heróica dos Vingadores teve suas respectivas datas de estreia anunciadas, era um caminho sem volta.
E depois disso?

De boato em boato, contratações, trailers, e no meio disso tudo o mesmo Joss Whedon que nunca havia dirigido um sucesso de bilheteria, e apesar de sua carreira de êxito nos quadrinhos e na televisão, estava longe de ser garantia de um bom filme.
E esse não poderia ser qualquer filme.
O começo da produção, no entanto não é ruim. Longe disso.
Agora épico? Faltava bastante.
Por algum tempo o que o mantém nos trilhos é a existência dos cinco filmes anteriores que pavimentaram o caminho até este, a saber: Homem de Ferro (2008)O Incrível Hulk (2008), Homem de Ferro 2 (2010) , Thor (2011), e Capitão América: O Primeiro Vingador (2011).


O fato de conhecermos os personagens facilita na apresentação dos mesmos, que apesar de rápida, ainda assim funciona, afinal, todos estão bastante confortáveis em suas interpretações.
O que ainda está ausente nesse momento é amarrar devidamente as sequências de ação, as boas falas trocadas nos diálogos, e especialmente demonstrar que esta ameaça do vilão Loki (Tom Hiddleston) pode ser mais efetiva do que qualquer outro plano de dominação do mundo que os próprios quadrinhos e cinema fizeram o favor de demonstrar que são falastrice de inimigo presunçoso.
Isso enfim muda quando os personagens param de estar em cena cada um como se estivesse em uma parte de seu filme-solo, e a Iniciativa Vingadores torna-se o elemento principal, trazendo em consequência a incapacidade dos guerreiros, e não necessariamente heróis, em trabalhar em equipe.



É então que o filme ganha ritmo, e sua narrativa faz com que as mais de duas horas pareçam passar de modo tão rápido, e sim da maneira ideal para um blockbuster que, além da pirotecnia tem que conseguir o fundamental envolvimento da plateia com o elenco.


E enquanto a trama segue seu curso, a equipe até então equivocadamente reunida troca bravatas, criando momentos de humor impecável, utilizando as extremamente diferentes personalidades em prol da estruturação do que é base do roteiro.
Facilmente é possível ver que Whedon entendeu que um filme de equipe não precisa simplesmente de cenas de ação em tempo igual para todos os envolvidos.
O que faz diferença é entender porque todos estão dispostos ao sacrifício, e se o propósito deles ainda não é esse, é porque o andamento do filme ainda tem algo a lhes ensinar.

A essa altura do campeonato, já foi visto porque eles são a equipe definitiva diante da ofensiva que o vilão está engendrando, e o quão poderosos eles são, porém cada conversa entre os integrantes do grupo não ressalta nada além de que eles são fracos.
Isso se deve principalmente ao desenvolvimento que o roteiro permite a cada um deles, seja o Capitão América (Chris Evans) em busca de adaptação a esse novo mundo que respira novas tecnologias, mas ainda vive as mesmas velhas guerras, ainda que com novos inimigos, ou o Tony Stark (Robert Downey Jr.) sempre afundado na própria arrogância e utilizando a mesma como forma de negar o fato de que ainda terá um caminho a trilhar antes de ser o herói que o mundo precisa.

Mas resumir-se a isso seria um despropósito, quando ainda há o asgardiano Thor (Chris Hemsworth) procurando a nobreza no conflito, e tentando trazer para si a responsabilidade pelos atos de seu irmão, e isso sem falar no Doutor Bruce Banner (em eficiente atuação de Mark Ruffalo), que não tem medo maior de nada além do que ele mesmo pode fazer se permitir a si mesmo perder o controle.



E o resto são coadjuvantes, é isso?
Para o diretor Joss Whedon, eles podem ser mais do que isso, e o Nick Fury interpretado por Samuel L. Jackson encontra finalmente seu destaque frente a esses novos ícones cinematográficos, ao lado da Viúva Negra (Scarllet Johanson) e do Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), e certamente do que é o mais inesperado personagem essencial do filme: o agente Phil Coulson (Clark Gregg) aproveitando muito bem cada minuto em cena e garantindo assim o seu espaço na memória do público ao fim da sessão.



Para o espectador está ótimo. As piadas prosseguem sempre extraordinárias, e é difícil saber para quem torcer nas discussões intermináveis.
Para a humanidade, no entanto, a situação não está nada bem.
Afinal, o que seria melhor para Loki, conhecido por seus estratagemas visando discordia do que um bando de brutamontes e uma bela mulher brigando entre si? O irmão de Thor conta com isso, e a insanidade do pretenso déspota fica evidenciada em cada close no rosto de Hiddleston.
Graças a esse desacerto providencialmente criado, Whedon aproveita para elaborar excelentes sequências de ação, com perfeitos efeitos especiais, que não são mais do que uma enganação, pois isso não é nem um décimo do que ele preparou para o grand finale.

E quando as peças estão todas na mesa, e cada uma delas entendeu que a situação exige mais do que heroísmo individualista, enfim percebe-se que o Marvel Studios fez tudo certo, e os próximos minutos serão a consagração de um trabalho primoroso encerrando a primeira hexalogia dos quadrinhos no cinema.
E se a cartilha de conceder o espaço adequado para cada um já estava sendo seguida a risca, é nessa etapa final que ela funciona em perfeita sincronia com o que deve ser um filme com tantos personagens.
A ação não pode ter outro adjetivo que não seja épico.


A ameaça cósmica surge de maneira tão visceral que faria Martin Campbell lamentar o momento em que assinou contrato para criar de maneira tão risível a aparição de Parallax no longa-metragem “Lanterna Verde (2011).
E sempre quando parece que já vimos a melhor cena pirotécnica possível, é porque ainda não estamos dando o crédito que merece o talento de Joss Whedon, que põe no chinelo qualquer delírio repetitivo de Michael Bay na direção de seus filmes.
Isso pois, após nos convencer que o universo fantástico da Marvel Comics era plausível, ele sabe exatamente o que deve fazer a seguir.

De planos-sequência desconcertantes, a batalhas virtualmente perdidas nas ruas da cidade das quais os Vingadores não hesitam em tomar parte, até a formação da mais poderosa equipe de super-heróis que o cinema já viu, o filme consegue atender completamente o que se esperou dele por décadas, quando por muito tempo foi sabiamente prolongada a espera por esse filme-evento.



Até porque, não seria Ang Lee (no filme de 2003) ou Louis Leterrier (em 2008) quem conseguiria tornar o Hulk em quem ele deveria ser em sua migração para a sétima arte.
Quem achou que seria o Homem de Ferro quem roubaria a cena nem fazia ideia de que pela primeira vez o gigante verde estaria apto para ser a criatura voltada à simples e pura destruição que ele é.
E diante do perigo de proporção cataclísmica invocado por Loki, há espaço de sobra para que o lado sombrio de Bruce Banner possa esmagar sem preocupação alguma, trazendo este último toque de fidelidade que apenas torna o trabalho de Whedon uma obra ainda mais emblemática.


O que o Mavel Studios, Joss Whedon, e todo o elenco e equipe envolvidos em Os Vingadores fizeram foi estabelecer um momento histórico o qual nenhum nerd pode ignorar, afinal, essa é a transição máxima que por tanto tempo foi temida por estúdios e produtores, que imaginavam que o público não estaria pronto para aceitar os aspectos que os fãs de quadrinhos durantes décadas se acostumaram a apreciar.




Eles estavam enganados, é lógico.
Bastava que houvesse o devido interesse e disposição em fazer o melhor trabalho possível, respeitando tanto os fãs (a cena pós-créditos que o diga) quanto os não-iniciados na nona arte, sabendo que o sucesso comercial viria em consequência de uma obra realizada com esmero e que visava não menos do que a maestria enquanto resultado final.

Diferente do estilo policial sombrio de “Batman – O Cavaleiro das Trevas” (2008), do sci-fi buscando realidade e crítica social na franquia “X-Men”, ou do experimentalismo mimetizando as páginas das HQs do primeiro filme do “Hulk”, “Os Vingadores” segue a fórmula escolhida e implementada pelo Marvel Studios desde o filme “Homem de Ferro”, com a exaltação da linguagem dos quadrinhos em sua essência, aceitando as cores e os mundos fantásticos em que pode ser transmutado o mundo real por meio da imaginação dos autores nas histórias que flertam com o absurdo e a fantasia em seus roteiros, assemelhando-se assim ao que “Superman – O Filme” (1978) e a franquia “Homem-Aranha” tão bem souberam retratar.


Talvez o motivo pelo qual um filme da Liga da Justiça nunca tenha chegado perto de existir de maneira competente, é o fato de que diferente dos personagens Marvel, na DC Comics existe o mais poderoso super-herói, o maior detetive, o herói mais rápido da Terra, enquanto na editora rival eles são poderosos, mas apenas se tornam os mais poderosos quando não agem individualmente, e isso exige aprendizado.
Parafraseando as palavras de Tony Stark, os Vingadores são verdadeiramente a equipe de super-heróis mais poderosos da Terra, e se o filme não deixou isso claro, é melhor assistir de novo, o que com certeza vai ser outro ingresso e meio bem investido.
Avengers Assemble!!

Quanto vale: Um Ingresso e meio.
Os Vingadores
(The Avengers)
Direção: Joss Whedon
Duração: 143 minutos
Ano de produção: 2012
Gênero: Aventura/Ação

quinta-feira, 3 de maio de 2012

NOTÍCIAS DO FRONT - Quadrante X nº12


A maior Quadrante X de todos os tempos (afinal, com 68 páginas...) já está a venda na Feira do Livro de Santa Maria.
Então, adquiram a sua na Banca da Casa do Poeta, e de quebra, hoje os autores estarão na Feira do Livro, conforme ressalta o que vem sendo dito AQUI.




terça-feira, 1 de maio de 2012

NOTÍCIAS DO FRONT - O Cavaleiro das Trevas Ressurge (Trailer 3)



Temporada de possíveis clássicos nerd, e o senhor Chris Nolan sabe que não pode vacilar na direção do desfecho da trilogia Batman nos cinemas. 
Então, fez o favor de disponibilizar este baita Trailer que vocês podem conferir CLICANDO AQUI.



Aguardemos.






sábado, 28 de abril de 2012

AGUARDEMOS - Os Vingadores

Em contagem regressiva para a sessão de logo mais, e vasculhando a web, encontrei esta nova imagem do filme, que serve apenas pra aumentar a expectativa.
Avengers Assemble!!



quinta-feira, 26 de abril de 2012

TOP 5: Filmes de 2012 que irão valer pelo menos um ingresso com grande probabilidade de um ingresso e meio


Temporada que apetece a salivação geek, afinal, há vários motivos para gastar valores monetários em ingressos, e ao mesmo tempo em que os produtores hollywoodianos ficarão felizes, há razões para que o público encontre o que procura nas salas de cinema em troca de seu dinheiro investido.
Confira abaixo o que certamente exigirá atenção redobrada quando estrear nas telonas.


5. O Espetacular Homem-Aranha




Todo mundo duvidou e xingou o fato de que o diretor e todo o elenco da trilogia original deixariam o barco após os desmandos do estúdio.
Mas bastou (ao menos pra mim) assistir o filme que era o cartão de visitas do novo diretor para perceber que alguém capaz de realizar um filmaço que nem é “(500) Dias Com Ela” é plenamente capaz de surpreender nessa empreitada cine-quadrinhística.
Se Marc Webb dirigirá um filme realmente digno da importância do herói nos quadrinhos, e da franquia que teve fundamental papel para o atingimento deste momento que as HQs no cinema vivem, só resta aguardar até 6 de julho.
Assista o Trailer AQUI.

4. Prometheus




Depois de soretear e perder muito de sua credibilidade fílmica graças a produções que nem Robin Hood (2010), o diretor Riddley Scott criou uma novela de bastidores até definir que seu novo trabalho no sci-fi seria o prequel da franquia “Alien”.
Certamente que isso já soaria interessante, mas os trailers e o elenco escolhido tornaram a espera até a estreia do filme no dia 15 de junho algo muito mais desafiador.
3. O Cavaleiro das Trevas Ressurge




Franquia pronta e com promessa e aposta deste Blog de ser a primeira trilogia quadrinhística nas telonas que irá ser encerrada com chave de ouro.
Já surgem os palpites do que pode ser transportado dos quadrinhos para o roteiro do longa-metragem de Christopher Nolan, que além do elenco somado nos filmes anteriores ganha nos novos vilões a exigência e responsabilidade de aos menos igualar o trabalho de Heath Ledger na interpretação do Coringa.
E se isso não for possível (eu particularmente acredito que não), cabe novamente ao estilo de roteiro em contagem regressiva interminável de Nolan criar reviravoltas o bastante para que o desfecho do Homem-Morcego no dia 27 de julho seja nada menos do que épico.
2. Os Vingadores




Não há leitor de HQs de super-heróis que não tenha imaginado que um dia uma super-equipe do porte da Liga da Justiça ou dos Vingadores enfim migrasse para o live-action.
E se o filme da Liga Justiça ainda resume-se à piada mal contada lançada em 1997, o Marvel Studios fez tudo certo, e conseguiu criar um blockbuster consagrado antes mesmo de seu lançamento.
Nem a contratação envolta em desconfianças quanto ao talento do diretor Joss Whedon consegui dirimir isso, e com a véspera da estreia no longínquo dia 27 de abril, vulgo hoje daqui a pouco, os holofotes estão direcionados para o que Whedon engendrou para o elenco estelar que levará às telas o que promete ser um dos maiores filmes de HQs já filmados.
Afinal, essa é a primeira vez que veremos uma hexalogia cinematográfica das HQs, e independente do resultado, o nerdismo cinéfilo-quadrinhístico não será o mesmo depois desse filme-evento.
1. O Hobbit - Uma Jornada Inesperada




Outrora, ninguém sabia exatamente o que esperar do que seria a Terra Média nas telonas.
Peter Jackson sabia, e graças a isso ele passou por cima de todas as críticas prontas que a miríade de fãs estava apenas aguardando para destilar.
E assim, o que era para ser no máximo “uma boa tentativa, apesar das falhas”, tornou-se uma das mais importantes franquias já criadas, aliando a alta bilheteria aos 17 Oscars merecidamente conquistados.
Depois disso tudo, alguém falou: “e se a gente filmasse outro livro do Tolkien? Que tal O Hobbit?”
Outro cara disse: “Parece uma boa ideia. Será que o Peter Jackson topa dirigir esse?”
É claro.
Potencial para ser o melhor filme nerd de 2012.
Aguardemos.


segunda-feira, 16 de abril de 2012

KEEP DRAWING - Mulheres no Mercado de Trabalho


Minha charge publicada na edição de março do Jornal Conta Corrente.


sábado, 14 de abril de 2012

5º SHIN ANIME DREAMERS


2012 promete.
Assim, os geeks começam a se movimentar em preparação para o maior evento de mangás, animes, e cultura pop nerd do interior do RS.
O Shin Anime Dreamers está de volta.



CRONOGRAMA SHIN ANIME DREAMERS
21 E 22 DE ABRIL
No Atêlie da Estação-GARE
Entrada Franca

SÁBADO (21 de Abril)

14:00 Abertura
14:15 Batman - Gotham Knight
14:30 Rpg
15:00 Campeonato de Magic: The Gathering
15:10 Inscrições para Nerd Quizz
15:20 Inscrições para concurso de Cosplay
15:30 Evangelion 1:11 You Are (Not) Alone
17:00 Animatrix
18:30 Degustação de culinária japonesa
19:00 Palestra com o convidado: Prof Dr. André Luis Soares (UFSM)
19:30 Nerd Quizz
20:00 Encerramento

DOMINGO (22 de Abril)

14:00 Abertura
14:10 Documentário Stan Lee: Mutantes, Monstros e Quadrinhos
14:30 Rpg
15:00 Campeonato de Magic: The Gathering
15:10 Inscrições para campeonato de Games
15:30 Evangelion 2:22 You Can (Not) Advance
16:00 Workshop minsitrado pelo Quadrinhos S.A Tema: Conceitos do humor aplicado ao mangá
16:15 Inscrições para concurso de Cosplay
17:00 QuadranteX²
17:30 Concurso Cosplay
18:00 Campeonato de Games
20:00 Encerramento

Aguardemos.

 

quarta-feira, 28 de março de 2012

NOTÍCIAS DO FRONT - HQ "Edmundo Cardoso: Pigmaleão", e filme "A Vingança do Arquivista (na FURG)



Título extenso que mais ou menos explica tudo.


De qualquer forma, eu, nostálgico do modo que me considero, tenho que rememorar neste preâmbulo o que houve no longínquo 2009, quando o então acadêmico de Arquivologia Alexander Rossatto veio importunar os também acadêmicos na ocasião, Marcel Ibaldo e Magnus Veríssimo com um mal-quisto filme de ninjas gravado nas dependências da Universidade Federal de Santa Maria.

Ninguém queria saber. Então assistimos.
A conclusão? Esbravejamento e ranger de dentes, e a certeza que não seria nada impossível alguém um dia gravar algo melhor.
Então... "e se fosse gravado um filme na Arquivologia?".
O óbvio atualmente não era tanto naquela época.
Então, começava uma odisseia cósmica de roteiro de algo que acabou contendo acidentalmente a nossa perspectiva a respeito do próprio Curso de Arquivologia e do chamado "perfil do profissional arquivista".
Era a gênese do projeto, que cativaria o ócio do programador visual Marcel Jacques, e após uma infeliz falha técnica na primeira filmagem, também levaria ao set da produção em um sábado de manhã mais sonolento que de costume, o músico e diretor de efeitos especiais Junior Moreira.
Refilmado, e bem melhor que o original.
Parecia que o fato de a primeira tentativa ter ficado menos ruim do que o esperado havia despertado uma confiança de que sim, era uma possibilidade realizar um filme realmente bom.
Ilusões a parte, as 4 horas de filmagem transcorreram não sem percalços, mas superavam eles as novas ideias que surgiam e eram adicionadas ao storyboard.
Concluída esta etapa, foi a vez do compositor Marcello Bittencourt decidir que o curta-metragem valia o risco, e ingressar com sua trilha sonora sensorial.
Assim, além do curta-metragem, começava a surgir o Q Studius, mas isso já é outra história.




Todos os incômodos depois, o filme estava pronto, e o que era destinado a nossa vergonha, hoje, 3 verões depois ainda repercute o suficiente para que convites que nem o da Universidade Federal do Rio Grande - FURG ocorram e o curta-metragem arquivístico de humor negro possa novamente alcançar outras plateias, com novos questionamentos para catalisar.

Na mesma ocasião, meu outro trabalho, ou seria melhor dizer privilégio, realizado no âmbito acadêmico, a biografia do multi-artista e ativista cultural santamariense Edmundo Cardoso também conhecerá minha segunda ex-cidade, no mesmo evento.




Ou seja, na mochila vai ainda a experiência de um ano e meio de pesquisa, coletando material para compor este breve resgate quadrinhístico-arquivístico da célebre figura que foi Edmundo Cardoso, servindo de ponte entre o público e a Casa de Memória que permanece com o empenho de sua esposa e filha transmitindo à sociedade uma parcela da História da cidade de Santa Maria e região que ele fez questão de preservar.

Ainda que novos projetos estejam sempre em andamento e que o propósito seja sempre de encontrar novas alternativas para assim obter uma arte mais completa e capaz de dialogar com a plateia/leitor de modo a ser mais do que entretenimento rápido, é sensacional perceber que antigos projetos ainda têm seu espaço. E independente de evoluções, recursos, e aprendizados, a importância do trabalho permanece e se mostra cada vez mais presente sempre que uma nova sessão de exibição ocorre, ou outras pessoas lêem as páginas que contam mais que um simples enredo.
Ao fim da exibição no dia 30/03, cada um tirará suas conclusões, e assim novos roteiros estarão sendo escritos, somando as experiências de quem assistir ao que o filme busca transmitir.

Em nenhuma das duas obras existem respostas prontas.
Existem sim possibilidades, de leitura, de interpretação, de perspectivas, que eu revisito cada vez e me ajudam a enxergar novos significados.

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